Quem inventou esse específico “Dia das Mães”?

O Dia das Mães é um evento que acontece em várias partes do mundo e tem como intuito celebrar o amor e o carinho às mães.

Essa celebração teve origem na Grécia e Roma Antiga em eventos de adoração às divindades que representavam as mães dos deuses.

Já no século XVII surge na Inglaterra o Dia das Mães onde os operários passaram a ter esse dia de folga com a finalidade de visitarem suas mães.

A celebração ganhou maior visibilidade nos Estados Unidos quando Anna Jarvis perdeu sua mãe, a ativista Ann Maria Reeves Jarvis, em 1905. Ela tinha um trabalho no sentido de valorizar as mulheres que exercem a maternidade fundando em 1858 o “Mothers Day Work Clubs, em prol das mães trabalhadoras e contra a mortalidade infantil. Sua filha também se torna ativista. Com o falecimento da mãe, Anna inicia então uma campanha a fim de demonstrar a importância da figura materna.

Com o passar do tempo, essa celebração foi crescendo e adquirindo lugar de destaque nas datas comemorativas, sendo festejada em quase todas as partes do mundo, em diferentes épocas.

A data se popularizou sendo celebrada com muitos presentes, almoços familiares e surpresas. Mas foi um desapontamento para ela, ao perceber que o evento havia se tornado comercial, tendo se desvirtuado de seu principal objetivo que era celebrar a presença materna passando a ser essencialmente um evento comercial.

“Não criei o Dia das Mães para ter lucro” assim enfatizou sua indignação diante de um fenômeno comercial. O Dia das Mães é considerado uma das mais altas temporadas de lucros na movimentação de consumidores, fazendo a alegria de muitos comerciantes.

Esse dia vem resistindo a modernidade com o intuito de aquecer as vendas de um comércio sempre em crise.

Nunca deixei de presentear minha mãe no Dia das Mães. Oferecia sempre um presente que a agradasse, mas nunca era o que eu realmente queria dar.

Sempre quis presenteá-la de forma espetacular, inesquecível, com o melhor do melhor e assim me frustrava porque não conseguia. Não achava esse ideal.

Todos os anos eu tentava, mas em vão. Isso me frustrava porque pensava não ter dado o melhor. Um dia despertei e percebi que o melhor do melhor eu tinha para dar e sempre dei: um amor incondicional, um amor que eu nutria por ela e um carinho muito especial que eu oferecia todos os dias, todos os anos de sua vida. Minha admiração pelo extraordinário ser humano que ela era e minha alegria em vê-la feliz.

Conclui então de que o melhor presente eu sempre tive para dar.

Os melhores presentes não são os mais caros nem aqueles que combinam com a nossa preferência, mas aqueles que vem do fundo do coração, que representam o amor, o respeito, a consideração e o melhor do nosso pensamento.

Hoje presto minha homenagem à melhor mãe que eu poderia ter desejado, por todas as noites em claro que passou cuidando de mim, por todas as histórias contadas para eu dormir, pela música que embalava minhas noites, por estar ao meu lado nos momentos em que precisei, por todos os conselhos que ela me deu, por toda dedicação e amor incondicional, por todos os motivos que me fazem sorrir ao pensar nela.

Sentir seu perfume embalando meus sonhos, seus abraços de amor a me proteger, seu sorriso, suas mãos, sua pele, seus olhos, tudo o que me faz crescer.

Tenho as melhores lembranças compartilhadas, seus alentos e suas peculiaridades.

Seu melhor presente para mim foi seu tempo, sua atenção, seu largo e inesquecível sorriso ao me ver chegar. O meu para ela foi todo o meu amor. Cumplice das minhas melhores histórias, amiga de todas as horas, incentivadora de todos os meus feitos.

Conclui de que o melhor presente foi o que ela sempre me ofereceu: sua presença, seu tempo, sua atenção.

Despertei então de que o melhor presente eu sempre tive para dar.

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