Uma vida inteira criando através das palavras, da pintura e da música. Arte para uma vida leve e feliz.


Janete Sabag Bottan – paulistana, despertou para as artes aos sete anos de idade através da música, tocando acordeom, e assim se desenvolveu no mundo musical aperfeiçoando-se em piano, violão e harpa.
Apaixonada pelas artes, desenvolveu seu dom pela pintura reproduzindo o que lhe era familiar, e assim se destacou como artista plástica.
Na adolescência, num concurso Escolar, ganhou o primeiro prêmio de dissertação, despertando para a arte da escrita.
As artes e suas histórias são objetivos da escritora, apaixonada pela vida e pelas artes.
Escreve crônicas colocando poesia na natureza e sentimento nas descrições.

Editora
Singular

Apoio
Iolanda Steel Foudation
Qual seria a cor dos sonhos? Qual a cor que atribuiríamos ao amor? Há cor que defina a dor?
Em seu primeiro livro, Janete Sabag Bottan, conduz o leitor em uma deliciosa viagem através de mais de 70 crônicas que tratam de temas como amor, alegria, saudade, dor, fé e muito mais. A autora é capaz de, numa mesma trama, trazer para o fulgor do presente a nostalgia do passado, sem deixar esmaecer a luz da esperança do futuro.
Ouça uma das crônicas do livro:
Formato: livro
Gênero: Crônicas – Literatura brasileira
ISBN: 978-65-86352-29-0
Editora Singular
Idioma: Português e Inglês
Lançamento: 14/08/2021
Formato: livro
Gênero: Artes – Pintoras brasileiras
ISBN: 978-65-86352-40-5
Editora Singular
Lançamento: 14/08/2021
Em sua melhor forma, a arte deve nos fazer parar para enxergar o mundo com um novo olhar, interrompendo nossas vidas por tempo suficiente para que pensemos e sintamos de outra maneira. A arte nos lembra que não estamos sós, que compartilhamos uma experiência humana comum. O trabalho de Janete Sabag é testemunho do poder inerente à arte de desarticular nossas vidas, mesmo que por ínfimos minutos, e nos levar a uma pausa sagrada. Janete tem um dom todo seu de compreender o mundo que nos cerca, ao mesmo tempo em que nos convida a parar e enxergar pela primeira vez. Há quietude em seu trabalho. Reparo em temas conhecidos, ruas que reconheço, mas percebo que nunca os havia visto com a atenção que merecem.
A arte revela a artista que ela abriga em si. Seu trabalho revela uma alma gentil, que ama o próximo, que enxerga beleza nos recantos mais despercebidos da vida e que acredita na democratização da arte. O trabalho de Janete é acessível, jamais intimidante. É uma arte para todos, madura e pronta para ser discutida. E são essas conversas, nesses momentos, que nos conectam. Fazem-nos lembrar que todos vivemos no mesmo mundo, embora nem sempre enxerguemos as mesmas coisas. Ainda que as pinturas de Janete tragam beleza a nossas vidas, trazem também calor a nossa alma, fazendo-nos sempre lembrar de olhar com o coração e não somente com os olhos. (trecho do prefácio por Firoozeh Dumas New York Times Bestselling Author)